01/03/2019 às 17h21min - Atualizada em 05/05/2021 às 09h52min

Leitor Escreve 01/03/2019

Você tem uma reclamação, crítica ou sugestão? Envie para [email protected] * Fotos e Vídeos podem ser anexados. Carnaval fora de hora  “Pessoal eu acho que todos viram o que aconteceu esse fim de semana... eu faço parte da geração jovem a favor do carnaval de rua, mas o que aconteceu ali não foi carnaval... vejo muita gente da minha idade zombando os comentários dos mais velhos mas acho que falta um pouco de noção... fechar a via pública sem horário pré-estabelecido, sem aviso, é muito prejudicial aos moradores e comerciantes. Pra ter bloco precisa de organização, polícia, lixeiros, ambulância, controle do fluxo e tudo isso precisa ser combinado previamente!  Além disso de carnaval nada tinha ali, só um aglomerado de gente tapando a rua, nem música tinha direito... nada de cultural, me desculpem, não dá pra chamar de carnaval de rua. Eu vi que estão organizando um outro evento para esse fim de semana. Não seria o caso dos moradores se organizarem? Se não vai ter tudo de novo.” Lais Dias   “Como explicar à população que o Chefe de Gabinete da Subprefeitura é ou era, vai saber, presidente de bloco de carnaval e o atual Secretário de Cultura da cidade é fundador de um dos maiores blocos de carnaval, que tem como lema "a cidade é nossa, é proibido proibir"? Monica Lauber Uma figueira de 20 ou 30 anos entre as várias que crescem na Ponte Cidade Universitária. Em uma fresta desprotegida caiu um pouco de terra e um passarinho trouxe uma semente em suas fezes. As raízes penetram e alargam a fresta, permitindo a entrada de água, poeira, mais sementes. Na ponta das raízes existem ácidos que corroem o concreto, expondo o ferro. Água e enzimas das raízes oxidam o ferro, que se expande e racha o concreto, abrindo o caminho para mais raízes. A geometria da ponte se altera, e o apoio, que tinha talvez 20 cm, agora só tem 15 cm. Em 1960 o peso máximo legal de um caminhão era 36 toneladas; hoje é 53 toneladas. Quem tem coragem de atravessar? — em Ponte Cidade Universitária” Sérgio Reis   “A Bandeira Brasileira do Largo de Pinheiros precisa ser substituída. Está quase em frangalhos, vergonhoso!” Lucia Cristina Pimentel Rik   “Bares tomam conta da calçada, não temos direito de andar com segurança. Fiscalização zero.” Manuel Octávio “É um descaso muito grande o abandono de nossas pontes e viadutos e principalmente a da Cidade Universitária. É impressionante,  vibra quando estamos parados sobre ela no trânsito...é de dar paúra!” Camilla Carmella   “Gostaria  de compartilhar esse aplicativo que pode ajudar a Prefeitura a sanar os problemas que acontece no seu bairro ou em qualquer lugar de São Paulo . Nesta semana eu solicitei a capinar o canteiro central que tem de frente a Padaria Portal do Padeiro, na Vila Suzana. Fiz a solicitação em um dia e no outro já limparam. Também fiz a solicitação da limpeza da praça Sérgio Vieira de Mello e no dia seguinte já fizeram o trabalho . Ajudem a divulgar este aplicativo, nele tem diversos serviços inclusive hoje fiz uma solicitação de Tapa-Buraco, temos um buraco muito fundo na rua David Bem Gurion, próximo ao semáforo. Vamos ver quanto tempo demoram para arrumarem. Ah, não se esqueça de tirar foto do local para poder anexar ao aplicativo. O nome do aplicativo é SP156. Funciona! Fernando Martins “Caros, vocês têm percebido a enorme quantidade de ciclistas em nosso bairro que não obedecem às leis mais básicas de trânsito? A Rua Leopoldo Couto de Magalhães Jr. é uma avalanche, sendo que 99% pertencem ao RAPPI. Eles andam em alta velocidade, passam no farol vermelho e transitam na contra mão sem nenhum amor à vida, utilizam buzinas de caminhão e andam em comboio. Semana passada presenciei um atropelamento na JK com a Atílio Inocente. O ciclista cruzou a avenida no sinal vermelho, o motorista era um senhor de idade e ficou desesperado. Por um milagre, o ciclista sobreviveu. O que vocês pensam sobre isso? Na minha opinião é uma tragédia anunciada. Qual a solução?” Néia Brosso “Enquanto existirem pensamentos somente pautados em carros, a cidade nunca avançará. Falar que o comercio é prejudicado por não ter vagas é uma falácia também. Se um carro fica parado das 6hàs 13h, não prejudica o comercio? Não podem parar o carro em um estacionamento e se deslocarem a pé ou por meio de transporte publico e modal ativo? Enquanto o pessoal não entender que a cidade não é para carros, sempre teremos essa confusão que é o trânsito. Ricardo Montera   Carnaval fora de hora “A subprefeitura de Pinheiros, CET, PM e MP foram avisados sobre o primeiro evento organizado pela página do Facebook chamada "Diário de um Maconheiro" e eles deixaram que acontecesse. Verdadeiro circo de horrores a que os moradores foram novamente submetidos. Essa mesma página já organizou mais dois eventos semelhantes: 16 de fevereiro, no Largo da Batata, e outro para o dia 4 de março, na Faria Lima.. Subprefeito avisado novamente. Esperando pra ver! “Que absurdo , esse povo escolhe o lugar e os moradores que pagam impostos tem que aguentar essa muvuca? Tudo louco , só vale o dinheiro, nada de bom senso” Ivany Cecilia. “Descaminhar Pinheiros” “Até que enfim! Espero mesmo que esse mega ‘ parklet ‘ não retorne”. Vitória Gomes “Espero que não resolvam voltar com esse "projeto" na ideia de jerico de fechar completamente a rua dos Pinheiros. Volto a dizer, essa demanda não é e nada tem a ver com pedestre. Moro em Pinheiros há mais de dez anos, e não tive e nem tenho carro, me desloco pelo bairro a pé para tudo. Não precisamos disso. Basta os bares e botecos não encherem as calçadas de mesas e cadeiras e nossa locomoção se dá sem problema algum” Marta Catarina Valente “Esperemos que esse desastre tenha sido encerrado de vez! Mas, caso volte, nós estaremos aqui e com voz ativa para impedir! Os moradores não podem ficar reféns de interesses escusos” Monica Lauber “Fico impressionado com os textos desnecessariamente irônicos sempre que esse é o tema. Acredito que possam haver críticas ao projeto, mas esperava argumentos mais inteligentes deste jornal. A reportagem sugere simplesmente retroceder numa discussão em que estamos alinhados com debates mundiais do urbanismo atual.” Kiki “Que da próxima vez seja feito pesquisa com moradores da região e usuários da via pública, que não venham somente com interesses escusos em favor dos comerciantes e bares” Beth Bucker   “Qualidade  jornalística zero! Matéria tendenciosa e mal feita!” Lincoln Gomes “Saem as pinturas, bancos e floreiras e voltam as vagas de zona azul com carros estacionados... Pode me dizer qual a mudança?” Bruno Pog “Pro morador, é a tranquilidade de não ter extensão de bar usando via pública e fazendo barulho na porta de casa. Para o pedestre, é parar de nos usar como desculpa para fazer um mamarracho em nosso nome. Para os comerciantes, é saber que seus clientes podem parar para comprar sua mercadoria, já que estavam perdendo venda porque o pessoal teria que achar outro lugar para estacionar para comprar. Acho natural e saudável que haja espaço para as pessoas descontraírem, baterem um papo com amigos, colegas de trabalho, conhecer gente nova, mas que os bares comecem a se conscientizar e alugar e comprar espaços adequados para seus negócios em vez de se apropriar do espaço público.” Marta Catarina Valente   Crise sanitária na capital Fiquei arrepiado com as informações - denúncia de Guilherme Balza, na CBN, sobre a queda no gasto com banheiros e o alto custo com seguranças e grades do Carnaval paulistano. São revelações graves. A pouca quantidade de banheiros químicos só vai aumentar a crise sanitária na cidade de São Paulo. Nosso secretário de Cultura, o dedicado Alê Youssef, de reconhecida experiência no setor, poderia se posicionar sobre a questão. Engraçado que os nossos vereadores estão caladinhos. Devanir Amâncio, testemunha de São Paulo.
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