19/09/2023 às 15h08min - Atualizada em 20/09/2023 às 00h00min

Com aposta em liderança humanizada e sustentabilidade, indústria têxtil de SC atinge 2 mil cidades brasileiras

. Em Santa Catarina, a fábrica têxtil do Grupo Marlan investe em iniciativas internas sociais e de sustentabilidade. A empresa já atinge 2 mil cidades brasileiras.

Redação
https://drive.google.com/drive/folders/1oTuVisPpp1IvEEk8MIL9rj0NHoAq60cp
Divulgação

A gestão humanizada e a empatia estão entre as características mais valorizadas (46,8%) entre executivos, segundo a pesquisa inédita da consultoria global Great Place To Work (GPTW) e do Great People. Além disso, empresas que adotam uma gestão transparente e próxima com os colaboradores diretos e indiretos, além de iniciativas sustentáveis e que impactam na qualidade de vida podem ter maiores níveis de satisfação (240%) entre clientes e de bem-estar (225%) entre funcionários de acordo com a pesquisa da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP. O Grupo Marlan, indústria têxtil de Santa Catarina, vem reforçando investimentos ligados ao processo de humanização e de sustentabilidade, o que contribuiu com o crescimento de 147% em revendas de lojas físicas em 2023 atingindo a marca de 5 mil lojistas presentes em 2 mil cidades brasileiras. 

“Sempre tivemos em nosso “DNA” as práticas de ESG, com ênfase às ações sociais ligadas a nossos colaboradores e fornecedores, além de ações em respeito ao meio-ambiente, porque nossa gestão e nossas marcas de moda: Marlan, Milli&Nina e Ioluigi também são focadas no bem-estar das pessoas. Está na nossa essência. Consideramos sempre as expectativas, ambições, dia-a-dia e desafios das pessoas envolvidas com a empresa para criar um ambiente de trabalho saudável e produtivo. Por isso, realizamos encontros de forma constante que contribuem para deixar nossa equipe engajada. A cada ano reforçamos iniciativas porque, de fato, acreditamos e valorizamos pessoas e o meio em que vivem. Certamente, uma gestão consciente é fundamental para o sucesso da companhia”, reforça a fundadora e presidente do Grupo Marlan Marli Teresinha Forlin.

Além dos investimentos em tecnologia, a empresa agrega para a corporação a humanização com eventos de desenvolvimento pessoal e torneios esportivos, encontros de confraternização, além de premiações e até desfiles de moda aos colaboradores. Possui certificado internacional Great Place To Work, que avalia critérios relacionados ao ambiente de trabalho, clima organizacional e gestão de pessoas. Também é referência por práticas sustentáveis como o reaproveitamento de fibras e geração de energia solar com cerca de 1.000 painéis solares instalados no parque fabril. 

Ações sustentáveis na empresa

Além da humanização, ações sustentáveis do Grupo Marlan também vêm se fortalecendo como a gestão de resíduos por meio da reciclagem de cerca de 120 toneladas de roupas e reaproveitamento feito em parceria com a EuroFios, além do uso de tecidos com fibras 100% recicláveis. Desde 2020, a empresa ainda faz parte do selo “Sou de algodão”, no qual as peças com no mínimo 70% dessa matéria-prima recebem etiquetas específicas. O movimento nacional ainda visa estimular a moda responsável, e avalia aspectos de toda a cadeia produtiva da indústria têxtil dessa fibra, desde a produção no campo até o consumidor final.

A fábrica também produz cerca de 60% da energia que consome por meio das placas fotovoltaicas, instaladas em 2022, que já geraram 94M/WH de energia. Isso significa a redução de quase 95 toneladas de CO2 lançados na atmosfera ou o equivalente ao plantio de 8 mil árvores. 

Além disso, todos os pacotes que embalam as peças das marcas do grupo são biodegradáveis. A marca Marlan também utiliza sacolas ecológicas que se degradam em 12 a 18 meses após sua produção ou em até 180 dias em aterros sanitários. São sacolas que podem ser recicladas com outros plásticos convencionais, o que beneficia a economia circular. Para incentivar a adoção por parte dos lojistas e potencializar o movimento sustentável, as sacolas sustentáveis são enviadas sem custo para pedidos mínimos de R$10 mil em roupas ou vendidas por R$0,60 cada, para pacotes com no mínimo 100 unidades.


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