Av. Gethsêmani e Giovanni Gronchi sofrem com abandono da Subprefeitura e da CET

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A situação da Avenida Gethsêmani, localizada na região da Vila Sônia/Jardim Colombo, é um retrato do abandono urbano. A via, que se inicia na Praça Engenheiro Noriyuki Yamamoto, ao lado do Cemitério Gethsêmani, nunca recebeu revitalização adequada. O asfalto é precário e o Córrego Itararé, que acompanha parte de seu trajeto, sofre com a falta de limpeza e com invasões de construções irregulares em suas margens.
Buracos da Sabesp
O problema não se restringe à Gethsêmani. Moradores relatam que as ruas paralelas, como Sílvio Dante Bertacchi e Desidério Ferreira, estão constantemente esburacadas ou bloqueadas por intervenções de concessionárias, pincipalmente da Sabesp e também a Enel e Comgás. A precariedade dessas vias causa transtornos diários, especialmente em horários escolares, quando o tráfego fica totalmente paralisado.

Giovanni Gronchi abandonada pelo CET
Essas ruas estreitas e mal-conservadas são rotas de ligação à Avenida Giovanni Gronchi, já saturada. Milhares de motoristas utilizam os acessos para fugir do congestionamento, mas acabam presos em um labirinto viário sem suporte da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Não há semáforos inteligentes/sincronizados, e o fluxo intenso de ônibus e caminhões torna a situação insustentável.
A comunidade também critica o uso de ônibus articulados de grande porte em ruas que não comportam tais veículos. “Os motoristas precisam fazer verdadeiros malabarismos para completar o trajeto. Veículos menores, que já circulam na região, seriam uma alternativa mais adequada”, apontam moradores.
Apesar das reclamações constantes, a CET é acusada de ignorar a região. Reuniões com associações de bairro, não têm resultado prático. Para os moradores, a sensação é clara: a CET “virou as costas” para uma região que precisa urgentemente de revitalização viária, ordenamento do tráfego e soluções estruturais para garantir mobilidade e segurança.


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