Dia da Felicidade: como ser feliz contribui para a longevidade?
De nada adianta seguir todos os cuidados de saúde se isso for um fardo, você acaba desequilibrando a saúde mental e isso afeta todo o resto, destaca a cirurgiã plástica e especialista em longevidade, Dra. Elodia Ávila
Comemorado no dia 20 de março, o Dia Internacional da Felicidade nos convida a refletir sobre o que realmente nos faz felizes, mas mais do que um sentimento passageiro, a felicidade tem um impacto direto na saúde e na longevidade.
Pesquisas mostram que pessoas mais felizes tendem a viver mais e melhor, pois apresentam menor risco de desenvolver doenças crônicas, além de possuírem um sistema imunológico mais fortalecido.
A felicidade não se resume a momentos de euforia, ela está ligada a um estado de bem-estar mental e equilíbrio emocional. De acordo com a Cirurgiã Plástica e especialista em longevidade, Dra. Elodia Ávila, a chave para uma vida longa e saudável não está apenas em manter bons hábitos, mas também em evitar que esses cuidados se tornem um peso.
“De nada adianta seguir todos os cuidados de saúde se isso for um fardo, você acaba desequilibrando a saúde mental e isso afeta todo o resto”, ressalta.
Saúde mental e longevidade
Viver bem não significa apenas cuidar do corpo, mas também da mente. O estresse crônico, a ansiedade e a depressão podem afetar a saúde cardiovascular, enfraquecer o sistema imunológico e acelerar o envelhecimento.
A felicidade, por outro lado, reduz a produção de hormônios do estresse, como o cortisol, e libera endorfinas, promovendo um estado de relaxamento e bem-estar.
“As pessoas precisam entender que comer bem, se exercitar e dormir bem são formas de autocuidado e não castigos, a grande chave para a longevidade é encontrar prazer nessas práticas”, orienta a especialista.
5 dicas para uma longevidade saudável:
Pratique o autocuidado sem culpa – Cuide da alimentação, do sono e do corpo, mas sem se cobrar excessivamente;
Cultive boas relações – Ter uma rede de apoio fortalece a saúde mental e reduz o risco de doenças;
Mantenha-se ativo – Encontre uma atividade física que traga prazer e encaixe naturalmente no seu dia a dia;
Gerencie o estresse – Práticas como meditação, terapia e momentos de lazer ajudam a equilibrar a mente;
Busque propósito e gratidão – Ter objetivos e reconhecer pequenas conquistas diárias melhora o bem-estar e a qualidade de vida.
Como ser uma pessoa mais feliz?
De acordo com a Dra. Elodia Ávila, existem algumas técnicas que ajudam a estimular a felicidade e manter o equilíbrio mental.
“A felicidade pode ser estimulada com pequenas atitudes no dia a dia. Técnicas como a terapia do riso, a postura corporal aberta e até o sorriso forçado ajudam o cérebro a liberar neurotransmissores do bem-estar, como a endorfina e a serotonina. Mesmo sem motivo, sorrir ‘engana o cérebro’ e ajuda a melhorar o humor, pequenos hábitos já fazem uma grande diferença na forma como nos sentimos”, explica.