A intensificação das chuvas em São Paulo tem elevado o risco de proliferação do mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue, devido ao acúmulo de água parada. Em 2024, o estado registrou um recorde de 2.119.837 casos confirmados de dengue, com 2.050 mortes associadas à doença.
Prefeitura e Governo reagem
Em resposta, a Prefeitura implementou diversas medidas de combate ao mosquito. Foram realizadas mais de 5 milhões de ações, incluindo visitas domiciliares, vistorias em imóveis, bloqueios e nebulizações. Além disso, foram adquiridos 30 novos veículos de nebulização, totalizando 96 unidades, e instaladas 47 tendas para atendimento de pessoas com sintomas de dengue.
O governo estadual também reforçou as ações de combate ao Aedes aegypti, especialmente em estações de trens e metrô, promovendo campanhas de conscientização e orientando a população sobre medidas preventivas, como eliminar recipientes que possam acumular água e manter caixas d'água sempre fechadas.
Falsos fiscais
Paralelamente, surgem relatos de indivíduos se passando por agentes de combate à dengue para acessar residências e cometer crimes. Denúncias anteriores de golpistas tentando entrar nas casas sob o pretexto de fiscalizar focos do mosquito se espalharam. A Vigilância Sanitária alerta que os agentes oficiais estão sempre uniformizados e portam crachás de identificação. É fundamental que os moradores verifiquem essas credenciais antes de permitir a entrada em suas residências. população desempenha um papel crucial no combate à dengue.
Prevenção
Medidas simples, como eliminar recipientes que acumulam água, manter lixeiras fechadas e limpar calhas regularmente, são essenciais para prevenir a proliferação do mosquito. Colaboração entre governo e cidadãos é vital para enfrentar esse desafio de saúde pública