O Terminal Vila Sônia do Metrô, parte da Linha 4-Amarela, enfrenta severas críticas por parte dos usuários devido à má administração e à infraestrutura precária. Desde sua inauguração, o terminal passou por diversas reformas internas, mas problemas persistem, como a falta de bancos em todas as instalações e interrupção de passagens e escadas rolantes. Esse descaso força os passageiros a usarem guias e calçadas, como assentos improvisados enquanto aguardam ônibus e trens em condições desconfortáveis, muitas vezes precisando se debruçar sobre canteiros, o que também representa um risco à segurança.
Críticas à EMTU O Governo Estadual e as Prefeituras de Taboão e da capital não escapam das críticas. A demora e a falta de regularidade dos ônibus da EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) agravam a situação. Em determinados pontos, como na Régis Bittencourt (BR-116), passageiros esperam até uma hora por um ônibus, sem qualquer cobertura ou proteção contra intempéries. A falta de assentos é um problema recorrente, expondo os usuários a condições adversas, especialmente em dias de chuva. Muitos, cansados de esperar, optam por serviços de transporte por aplicativo, que são significativamente mais caros. A EMTU, por sua vez, parece desconhecer o volume real de usuários e as demandas dos passageiros, afirmando que os horários das linhas são dimensionados conforme a demanda. No entanto, a quantidade de reclamações sugere o contrário, com atrasos frequentes e falta de infraestrutura adequada nos pontos de espera. Os moradores e usuários do Terminal Vila Sônia esperam uma ação mais efetiva, bem como da EMTU, para garantir condições dignas de espera e transporte. Até que isso ocorra, a insatisfação e as reclamações continuam a crescer, refletindo a ineficiência e o descaso com a população.