​Falhas provocam insegurança nas ciclovias da Marginal Pinheiros

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A Ciclovia das Marginais Pinheiros, administrada pelo Consórcio Parque Novo Rio Pinheiros (Farah Service), enfrenta críticas severas pela crescente insegurança e pela falta de ação efetiva na proteção dos ciclistas. Recentes reportagens e depoimentos de frequentadores destacam um cenário alarmante de violência e descaso que requer uma resposta imediata das autoridades e da concessionária.
De acordo com uma denúncia recebida no dia 28 de julho, “Hoje à tarde, após pedalar na ciclovia Marginal Pinheiros, fui a um posto Shell calibrar o pneu da bike e o frentista me informou que houve roubo de bicicletas e agressão a ciclistas no trecho entre as estações Jurubatuba, Socorro e Santo Amaro. Fiquem atentos,” relatou E.M. 
Esta situação reflete um padrão preocupante de crimes na área, evidenciado pela falta de medidas eficazes de segurança.

Outro leitor, C.R. compartilhou, “O trecho um pouco mais seguro é da Ponte Estaiada até o Villa Lobos, mas não significa que não tenha roubos. Só é um pouco menos que na outra margem...”.
A falta de presença policial também é um ponto crítico. E.M. sugeriu: “Verdade, acho que tinha que ter alguma segurança por parte da polícia militar de bike circulando na ciclovia.” A ausência de patrulhamento visível tem contribuído para a sensação de vulnerabilidade dos usuários.
Uma reportagem da semana passada na Gazeta de Pinheiros destacou a gravidade da situação. Frequentadores relataram assaltos frequentes e “tocaias” em áreas de vegetação densa, principalmente entre as Pontes Estaiada e do Morumbi. “Os criminosos estavam escondidos em uma área de vegetação densa próxima à Marginal,” descreveu A.E., um dos assaltados. Outros, como um corredor não identificado, enfrentaram situações similares em horários de baixa visibilidade.
A Secretaria da Segurança Pública afirmou que está buscando imagens para identificar os autores dos crimes e que reforçou o policiamento. No entanto, a resposta ainda é considerada insuficiente. O Consórcio Parque Novo Rio Pinheiros, responsável pela administração do Parque Bruno Covas e das ciclovias da Marginal Pinheiros, alegou que a falta de registros de ocorrências dificulta a melhoria das estratégias de segurança. “Muitas vezes o usuário não registra ocorrência policial, o que dificulta melhorias na estratégia de segurança,” declarou o consórcio.
O Consórcio Parque Novo Rio Pinheiros (Farah Service) e a PM devem urgentemente tomar medidas concretas para garantir a segurança dos ciclistas e prevenir futuros incidentes. O silêncio e a inação não são mais uma opção frente a uma crise de segurança que ameaça a integridade dos usuários da ciclovia.


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