Dossiê Queda de Cabelo
Medicação para emagrecer, dietas restritivas, infecções, estresses inflamatórios, pós-parto, alterações hormonais como menopausa e procedimentos cirúrgicos estão entre as causas da queda capilar
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Perceber tufos de cabelo no ralo do banheiro, na escova ou espalhados pela casa pode ser assustador. A queda de cabelo afeta profundamente a autoestima mas, na grande maioria das vezes, esse aumento repentino da queda tem nome, sobrenome e, o mais importante: é reversível. Trata-se do Eflúvio Telógeno. Para entender o que ele é, precisamos olhar para o ciclo natural do nosso cabelo. Cada fio passa por fases de crescimento, repouso e queda. Em um couro cabeludo saudável, cerca de 85% a 90% dos fios estão na fase de crescimento (Anágena). O Eflúvio Telógeno acontece quando um "susto" ou estresse no organismo força uma grande quantidade de fios a entrarem precocemente na fase de repouso e queda (Telógena). O detalhe mais importante: a queda geralmente começa de 2 a 4 meses após o evento gatilho. É por isso que muitas vezes as pessoas não associam a queda ao verdadeiro motivo. Os Principais Gatilhos: O que faz o cabelo cair? O eflúvio não é uma doença do cabelo em si, mas sim um reflexo de algo que aconteceu no seu corpo. As causas mais comuns incluem: Emagrecimento rápido e Análogos de GLP-1: Medicamentos modernos para perda de peso (como a semaglutida) causam um emagrecimento muito acelerado. O corpo entende a perda rápida de gordura e nutrientes como um estado de privação e desvia a energia do cabelo (que não é vital para a sobrevivência) para focar em outros órgãos. Dietas Restritivas e Deficiências Nutricionais: A falta de ferro (ferritina baixa), zinco, e vitaminas do complexo B ou uma baixa ingestão de proteínas faz o cabelo enfraquecer e cair. Infecções e Febre Alta: ter tido uma infecção forte como Dengue, Covid-19, ou uma gripe intensa acompanhada de febre alta é um dos gatilhos clássicos. O estresse inflamatório altera o relógio biológico dos folículos. Cirurgias e Anestesias: procedimentos cirúrgicos grandes geram estresse físico e metabólico, além do efeito de medicamentos anestésicos que podem antecipar a fase de queda do fio. Pós-parto: Conhecido como eflúvio pós-parto, ocorre pela queda brusca dos hormônios (principalmente o estrogênio) que mantinham o cabelo lindo e preso à cabeça durante a gestação. Ocorre também queda com a chegada da Menopausa. Tratamentos: Como tratar o Eflúvio Telógeno? A boa notícia é que o Eflúvio Telógeno agudo costuma ser autolimitado, ou seja, tem um fim. Assim que o problema de base é resolvido, o ciclo capilar se normaliza e o cabelo volta a crescer. Porém, se precisar de ajuda, hátecnologias em consultório como Lasers e aplicação de medicações, que podem ajudar. Sobre a Dra Priscilla Pereira: A Médica Dermatologista Priscilla Pereira (CRM 147255, RQE 50593) é de Juiz de Fora (MG). Mora em São Roque e atende em consultórios nas cidades de São Roque e Ibiúna. Médica formada na ‘Universidade Federal de Juiz de Fora’. Fez Residência Médica em Dermatologia pela ‘Universidade de Mogi das Cruzes’. Especialização em Tricologia, Cosmiatria e Laser pela ‘Universidade de Mogi das Cruzes’. Transplante Capilar ‘Barcelona Hair Clinic’. Especialista em Dermatologia pela ‘Sociedade Brasileira de Dermatologia’. É membro titular da ‘Sociedade Brasileira de Dermatologia’. @drapriscilla_dermatologista Agendamentos, WhatsApp: 11 1197834-5269 #umadermatoparachamardesua Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a):
MARIA LUISA QUINTELA ABIB
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FONTE: Malu Abib Conteúdos