Ashoka reconhece nova turma de brasileiros como Jovens Transformadores de sua rede global

O anúncio será feito em 13 de junho no Festival LED – Luz na Educação

Por ASSESSORIA / COMUNICAçãO
5 Min

Ashoka reconhece nova turma de brasileiros como Jovens Transformadores de sua rede global
Ashoka/Reprodução
A Ashoka, pioneira e maior rede mundial de empreendedores sociais, promove nos dias 11 e 12 de junho, no Rio de Janeiro, a fase final do reconhecimento dos Jovens Transformadores Ashoka 2025. São 26 jovens entre 15 e 20 anos, de 11 estados brasileiros, reunidos com o mesmo propósito: transformar o mundo em um lugar mais justo, inclusivo e sustentável e inspirar outras pessoas a perceberem a potência que carregam dentro de si.

Durante dois dias de atividades, os jovens participarão de encontros com a rede de inovadores sociais da Ashoka e parceiros estratégicos e, também, apresentarão seus projetos sociais, que oferecem soluções para diferentes questões, como: educação, saúde, ambiente, equidade racial, acessibilidade, literatura, tecnologia e direitos humanos. Todos os que demonstram como colocam em prática suas habilidades transformadoras – empatia, trabalho em equipe, liderança compartilhada e iniciativa empreendedora – serão reconhecidos como Jovens Transformadores Ashoka.


O encontro antecede o Festival LED (Luz na Educação), que acontece nos dias 13 e 14 de junho, com realização do Grupo Globo e da Fundação Roberto Marinho. Os Jovens Transformadores Ashoka serão anunciados às 14h, da sexta-feira, 13 de junho, no Museu do Amanhã pela atriz Ana Hikari, que também vai conduzir uma sessão onde os jovens apresentarão seus projetos e aprendizagens. Esse momento acontece num espaço na área externa do Museu do Amanhã, em parceria com UNICEF e o Pacto Global da ONU, das 14h30 às 16h e será um momento interativo e aberto às perguntas do público.


“Cada uma dessas histórias revela o poder que os jovens têm de transformar o mundo à sua volta. Ao reconhecer esses protagonistas, queremos inspirar outros jovens, e também os adultos, a enxergarem que a mudança social começa com atitudes simples, sustentadas por empatia, colaboração, iniciativa e uma nova forma de liderar que mostra que todas pessoas têm o direito a contribuir com o bem comum”, diz Helena Singer, líder da Estratégia de Juventude da Ashoka. 

Entre as histórias inspiradoras deste ano está a de Eli Minev Benzecry, de Manaus (AM), que promove o resgate do Ariá, um tubérculo amazônico que desapareceu dos mercados e da dieta da região. Por meio de práticas agroecológicas, pesquisa e divulgação científica, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Eli também busca mobilizar chefs renomados para ressignificar esse super alimento. 

Outro destaque é Matheus Pereira, de Guanambi (BA), que criou o projeto Amar é Doar para enfrentar a escassez de sangue nos hemocentros. A partir de sua vivência como estagiário hospitalar, Matheus mobilizou jovens para campanhas de doação, conectou escolas e hemocentros e está construindo uma cultura de solidariedade. O projeto já levou dezenas de estudantes a doar sangue, estimulou a criação do Dia Municipal da Doação de Sangue Jovem e fomentou uma articulação intersetorial, mostrando que uma secretaria de educação pode contribuir com a da saúde.

Melyssa Ramos, do litoral sul de São Paulo, fundou o coletivo Puro Ouro Verde, que atua com educomunicação e justiça ambiental em comunidades vulnerabilizadas entre Iguape e Ilha Comprida. A jovem criou, com seu grupo, vídeos, podcasts e exposições que denunciam os impactos do racismo ambiental e da destruição ecológica, com ações que chegaram a eventos nacionais e internacionais, como a COP-27.

De Itabuna (BA) vem Igor Bastos, idealizador do projeto Mãos Mágicas, voltado ao ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para crianças a partir de jogos lúdicos, mascotes e uma plataforma digital. A iniciativa surgiu após uma situação de exclusão vivida por uma pessoa surda em um serviço público. Igor também está testando, com apoio de pesquisadores, ferramentas de inteligência artificial para ampliar o alcance do ensino de Libras.

Em São Paulo, Catarina da Silva Xavier, de 17 anos, criou o CatMat.Matemática, um canal no YouTube e Instagram com conteúdos acessíveis e representativos sobre matemática. A iniciativa nasceu da própria experiência, tendo dificuldades na disciplina e desejando incentivar meninas negras a ocuparem espaços nas ciências exatas, o projeto mobilizou 40 mil inscritos no YouTube. Hoje impacta milhares de estudantes e vem sendo reconhecido em eventos como o TEDx e a Semana da Consciência Negra.

Para acessar o Espaço Ashoka e participar destas e outras atividades, é necessário fazer inscrição gratuita pelo link. Confira a programação completa no site

Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a):
PEDRO VICTOR CABRAL MARQUES
[email protected]


Notícias Relacionadas »