“Baixo Pinheiros Comunidade” e o Carnaval de Rua
“A Rede de Organizações da Comunidade de Moradores e Comerciantes de Pinheiros já protocolou um extenso documento em todas as Secretarias e órgãos responsáveis pelo Evento.
Reuniões estão sendo feitas e agendadas para os próximos dias, em que tentaremos minimizar os impactos da Festa sobre o cotidiano do bairro e nossa região.
O Largo da Batata, mais uma vez será cercado. Conseguimos, há alguns anos, que se tornasse ZAE (Zona de Atenção Especial) e isto evita aglomerações e permite o bom fluxo dos modais de transporte.
A divulgação dos Blocos pela Prefeitura está bastante atrasada, somente a primeira lista foi publicada no Diário Oficial.
O Pré Carnaval, dias 22 e 23 de fevereiro, já nos preocupa, como sempre.
Pela publicação do Diário Oficial, percebemos que teremos problemas, especialmente na dispersão na Rua Vupabussu; podendo ocorrer aglomerações e também na Rua Cunha Gago com as Ruas Coropés e Guaicuí.
Largo da Batata e o “esquecimento” dos comerciantes
“Quando se fala em revitalização do Largo da Batata, não estão considerando que ao longo desses 10 anos de abandono, o real abandono foi da falta de interesse em atender as necessidades do comércio local, com a retirada do fluxo de transeuntes. Com a retirada do terminal, veio a colaborar definitivamente com a falência do comércio local. O projeto foi mal planejado, esquecendo da região de comércio que poderia trazer mais riqueza para a região. É lamentável o esquecimento de nossa classe (comerciantes) que estamos tentando a sobrevivência que na verdade não existirá, só estamos retardando a nossa morte. Muito discurso e nada de resultado. Lamentável”. G.F.
Estragos junto ao Córrego das Corujas
O córrego das Corujas, que passa atrás de uma rua sem saída (Romeu Perrotti), não deu vazão à forte chuva e se acumulou na parte traseira de um prédio vizinho, derrubando seu muro e invadindo a rua com força extrema no último dia 24. “A era do clima extremo chegou. Precisamos aumentar a resiliência das cidades, infiltrar o máximo de água, reduzir sua velocidade, avaliar a segurança das edificações. Não vai ser fácil. Tudo foi feito de jeito errado. Seguimos batendo recordes de emissões e elegendo antiambientalistas por toda parte”, informam moradores. “Estamos divulgando um fundo de auxílio para oito famílias da Vila Madalena, que perderam tudo com as chuvas e enchentes. São pessoas simples e trabalhadoras, que estão desabrigadas. Somos um grupo de moradores e destinamos os recursos diretamente a cada uma. Por agora o valor em dinheiro via PIX é preferencial, mas caso queiram oferecer outro tipo de auxílio, como móveis ou eletrodomésticos em bom estado, podem contactar via whatsapp 99868-1834 ou 98127-7800”, concluem.
Esclarecimento matéria sobre derrubada de bosque em Perdizes revolta moradores - Gazeta de Pinheiros
Modificação do trecho "em outros bairros na minha fala". De fato, o TCA firmado com a incorporadora, na referida matéria, não especifica os bairros onde as mudas doadas ao FEMA serão plantadas, porém especifica que 90 mudas DAP 3,0 cm serão plantadas no mesmo local. Na matéria original, abre margem para uma dupla interpretação que não é minha intenção e peço correção do termo "em outros bairros" removendo-o da minha fala. Em adicional, solicito que seja expressa de maneira integral o trecho dito (sem o termo solicitado a retirada). Não o trecho resumido da presente matéria e colocado em aspas, pois não reproduz inteiramente o que foi dito e traz uma entonação e contexto muito mais severos do que o desejado ou dito." Diana Estay
Teatro da Rotina|Bar: barulho prejudica moradores
“Há um 'Teatro da Rotina|Bar' na rua Simão Álvares, 697, que só serve para fazer barulho até altas horas com conjuntinhos ruins que não atraem espectadores. É só barulho, prejudicando todos os moradores vizinhos. Com a palavra o PSIU e a Subprefeitura de Pinheiros.” SOS Moradores de Pinheiros e Vila Madalena
“ O Teatro da Rotina|Bar não respeita o limite de decibéis estabelecido pela ABNT para o período diúrno (sim, a norma brasileira estabelece um limite para o período diurno também) e nem para o período noturno: Art. 4° – A emissão de ruídos, sons e vibrações provenientes de fontes fixas no Município obedecerá aos seguintes níveis máximos fixados para suas respectivas emissões, medidas nos locais do suposto incômodo: em período diurno (7h às 19h): 70 dB; em período vespertino (19h às 22h): 60 dB; em período noturno (22h às 7h): 50 dB até às 23h59, e 45 dB a partir das 00h". S.R.