Por Fredi Jon
Ser pai, hoje, é mais do que prover, é acolher presenças, silêncios, dilemas e afetos. Como no reino animal, onde pais protegem com instinto e entrega, a paternidade humana também exige coragem silenciosa: estar inteiro mesmo sem respostas. Em um mundo veloz, filhos pedem escuta, tempo e verdade. E quando empresas escolhem homenagear pais com serenatas, algo raro acontece: o homem que se esconde na rotina se permite sentir. A música toca o que o cotidiano cala. E ali, entre lágrimas e acordes, o pai é lembrado de que amar não é acertar sempre, é permanecer, mesmo nas incertezas.
