A Nova Conta que as Empresas Estão Fazendo em 2026: Custo do Afastamento x Investimento em Ambiente de Trabalho

Adriana Schlemmer, diretora da Cia do Escritório, explica por que ignorar o ambiente físico virou prejuízo financeiro nas empresas

Por ANDRé LOBO
6 Min

Na imagem Adriana Schlemmer

Em 2026, as empresas brasileiras estão revendo uma equação que por anos foi tratada como secundária: o custo real dos afastamentos de colaboradores versus o investimento preventivo em ambiente de trabalho adequado. O debate deixou de ser apenas médico ou de bem-estar e passou a ocupar o centro das decisões financeiras e estratégicas.
O aumento de afastamentos relacionados a dores musculares, estresse físico, fadiga e problemas osteomusculares trouxe impactos diretos na produtividade, no caixa das empresas e na previsibilidade operacional. Hoje, não investir corretamente no ambiente de trabalho custa mais do que corrigir o problema depois.
“Quando a empresa olha apenas o preço do mobiliário, ela ignora o custo oculto dos afastamentos, da queda de produtividade e da rotatividade. Em 2026, a conta ficou clara: o barato sai caro”, explica Adriana Schlemmer, empresária e especialista em mobiliário corporativo, diretora da Cia do Escritório.
O impacto financeiro dos afastamentos no dia a dia das empresas
Afastamentos frequentes geram um efeito cascata. Além do custo direto com licenças, há perda de ritmo das equipes, redistribuição de tarefas, sobrecarga de outros colaboradores e queda na qualidade do trabalho entregue. Em cargos técnicos ou estratégicos, a ausência de um profissional impacta diretamente prazos, resultados e relacionamento com clientes.
Empresas que analisam seus números com mais profundidade percebem que o problema não está apenas no colaborador, mas no ambiente que ele ocupa diariamente. Posturas inadequadas, cadeiras sem suporte, mesas fora do padrão ergonômico e espaços mal planejados contribuem para adoecimento progressivo e silencioso.
“O afastamento raramente acontece de uma hora para outra. Ele é construído ao longo do tempo, com pequenos desconfortos ignorados. Quando a empresa percebe, o prejuízo já está instalado”, observa Adriana.
Investimento em ambiente como decisão financeira, não estética
Em 2026, o investimento em mobiliário técnico e ergonomia corporativa passou a ser tratado como decisão financeira estratégica. Empresas mais maduras comparam o valor investido em ambiente com o custo acumulado de afastamentos, absenteísmo e queda de desempenho.
Mobiliário adequado reduz riscos, aumenta conforto, melhora foco e contribui para a permanência saudável do colaborador no posto de trabalho. O retorno não aparece apenas na saúde, mas na constância da operação e na previsibilidade dos resultados.
“Não se trata de luxo ou estética. Trata-se de criar um ambiente que sustente a jornada de trabalho ao longo dos anos. Quando isso não acontece, a empresa paga a conta de outra forma”, afirma Adriana Schlemmer.
Casos recorrentes no atendimento consultivo
No atendimento consultivo da Cia do Escritório, é comum encontrar empresas que tentaram economizar na estrutura inicial e passaram a lidar com trocas constantes de móveis, queixas recorrentes de desconforto e aumento de afastamentos.
Outro erro frequente é adaptar ambientes corporativos com móveis residenciais ou soluções improvisadas. Esses móveis não foram projetados para uso intenso, longas jornadas ou necessidades ergonômicas específicas, o que acelera o desgaste físico dos colaboradores.
Segundo Adriana, corrigir depois costuma custar mais do que planejar corretamente desde o início. Além do retrabalho, há interrupções operacionais e perda de confiança da equipe.
A lógica de decisão que mudou em 2026
Empresas mais estratégicas passaram a se fazer perguntas diferentes antes de investir em ambiente de trabalho. Quanto tempo esse mobiliário vai durar em uso intenso. Ele atende normas ergonômicas. Qual o impacto desse espaço na saúde e na produtividade da equipe ao longo dos próximos anos.
Essa mudança de mentalidade transformou o mobiliário corporativo em parte da estratégia de gestão, e não apenas uma compra operacional. Em um cenário de equipes mais exigentes e ambientes híbridos consolidados, o espaço físico precisa funcionar como suporte, não como obstáculo.
“O ambiente precisa ajudar o colaborador a trabalhar melhor, não exigir que ele se adapte a algo mal planejado. Quando isso acontece, a empresa ganha em saúde, produtividade e resultado”, resume Adriana.
O custo de não agir
Em 2026, ignorar o ambiente de trabalho significa assumir riscos financeiros desnecessários. Afastamentos, baixa performance e desgaste da equipe não são eventos isolados, mas sintomas de decisões estruturais equivocadas.
Investir em ergonomia corporativa, mobiliário profissional e planejamento adequado não elimina todos os problemas, mas reduz significativamente os custos invisíveis que corroem resultados ao longo do tempo.
A nova conta que as empresas estão fazendo é simples: investir corretamente no ambiente custa menos do que pagar continuamente pelos erros de não investir.
Sobre Adriana Schlemmer e a Cia do Escritório
Adriana Schlemmer é especialista em mobiliário corporativo e diretora da Cia do Escritório, empresa referência em cadeiras profissionais, ergonomia e soluções para ambientes de trabalho em Curitiba e São José dos Pinhais. Com mais de 20 anos de experiência no setor, Adriana atua em consultoria técnica, acompanhamento de projetos e manutenção especializada de mobiliário corporativo.
A Cia do Escritório é especializada em móveis corporativos, cadeiras ergonômicas, conserto e reforma de cadeiras profissionais, estações de trabalho e soluções de alto desempenho para empresas. A companhia oferece atendimento consultivo, equipe técnica própria e curadoria de produtos profissionais de longa durabilidade.
Site: https://www.ciadoescritorio.com.br
Instagram: https://www.instagram.com/ciadoescritorio/
 

Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): LEONEL DA TRINDADE
andresmloboo@gmail.com