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Lisina é aliada essencial no processo de cicatrização de feridas em gatos

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Em comparação com os cães, os gatos tendem a apresentar uma cicatrização mais lenta, devido às diferenças na vascularização e na resposta inflamatória cutânea Aminoácido é indispensável para felinos e atua de forma direta e indireta na regeneração dos tecidos A pele exerce papel vital na proteção dos gatos contra agressões físicas e invasão de microrganismos. “Quando essa barreira natural é rompida, o risco de infecções aumenta consideravelmente. Por isso, a cicatrização eficiente é fundamental para restabelecer a integridade dessa proteção”, explica a médica-veterinária Patricia Guimarães, Coordenadora de Serviços Técnicos da Unidade Pet da Vetoquinol Saúde Animal. Formada por três camadas — epiderme, derme e hipoderme —, a pele dos gatos possui características únicas que influenciam diretamente no processo de cicatrização. Em comparação com os cães, os gatos tendem a apresentar uma cicatrização mais lenta, devido às diferenças na vascularização e na resposta inflamatória cutânea. Ainda assim, as fases do processo cicatricial são as mesmas: inflamatória, proliferativa (ou de reparo) e de maturação/remodelamento. É justamente nesse contexto que a lisina, um aminoácido essencial para os felinos, ganha destaque: ela participa da síntese de colágeno, proteína fundamental para a regeneração da pele e dos tecidos conjuntivos, contribuindo para uma cicatrização mais eficiente e saudável.
“Uma das funções mais relevantes da lisina está na síntese de colágeno, proteína essencial para a regeneração da pele e dos tecidos conjuntivos. O colágeno constitui a base da matriz extracelular, que dá suporte à formação de nova pele durante a cicatrização”, detalha a médica-veterinária.